Notícia publicada em 10/07/2019 - 00:10:11 | JI-PARANÁ - POLICIAL

 

Em intervalo de 30 minutos, PRF apreende quase 50 quilos de cocaína, em Ji-Paraná

 

A droga apreendida pelos policiais seria entregue nas Capitais do Mato Grosso e Paraná.

 

 

Durante a tarde desta terça-feira, dia 09, a Polícia Rodoviária Federal, em Ji-Paraná, conseguiram tirar de circulação quase 50 quilos de Pasta base que seriam entregues na capital matogrossense e paranaense. As apreensões aconteceram em um intervalo de meia hora e dois indivíduos foram presos.

 

 

BOLIVIANO


No início da tarde desta terça-feira (9), aproximadamente às 13h30, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma fiscalização em um ônibus, que seguia de Rio Branco/AC até a capital do Mato Grosso. A abordagem ocorreu em Ji-Paraná, na Unidade Operacional (UOP) localizada no km 352 da BR-364.

 

Um dos passageiros, um boliviano de 34 anos, se mostrou extremamente incomodado com a presença policial, razão pela foi feita a revista nas bagagens por ele transportadas. A equipe localizou dois pacotes contendo cerca de 5,5 quilos de cloridrato de cocaína.

 

 

 

 

 

 

SUPOSTO JORNALISTA É PRESO


Por volta de 30 minutos depois, policiais rodoviários federais deram ordem de parada a outro veículo que trafegava no mesmo trecho. Os agentes realizaram buscas no interior do carro, que era conduzido por Carlos Ignácio Backes Silveira, de 47 anos, que se apresentou como sendo jornalista no Estado do Paraná e encontraram 42 quilos de cocaína, que seriam levados de Porto Velho/RO até Curitiba/PR, onde reside o motorista.

 

Os dois indivíduos foram presos em flagrante pelo cometimento do crime de tráfico de drogas, sendo encaminhados à Polícia Judiciária, para adoção das medidas cabíveis. O boliviano foi entregue na Delegacia da Polícia Federal, considerando que a substância entorpecente havia sido adquirida em Santa Cruz/BOL.

 

 

 

 

 

Matéria:www.comando190.com.br

 

 

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

 

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se

prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

 

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