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Voltar Publicada em 14/05/2014 | JI-PARANÁ - POLICIAL

SEVIC/2ªDP de Ji-Paraná prende, em Porto Velho, Policial Civil que mandou matar suposto membro do PCC durante "Arroxo" de drogas


Logo depois do crime misterioso que aconteceu em 17 de março de 2014, ocorrido na BR 364, na saída para Presidente Médici, em Ji-Paraná, onde um suposto membro do PCC, identificado como Moarcyr Franklin Garcia Nunes, foi morto em uma emboscada, o Delegado Titular da 2ª DP, Dr. Cristiano Mattos, desencadeou uma Operação denominada “Emboscada”. Desde então, Policiais Civis do Sevic e do NI da 2ª DP, trabalharam incansavelmente noite e dia no caso e, na manhã de hoje (14), prenderam o mandante do homicídio, identificado como Clodomir Mendes Palha, vulgo “Boy”. Ele é Policial Civil lotado no 7º DP, em Porto Velho.

 

 

 

Clodomir Mendes Palha foi preso em sua residência e não quis se manifestar sobre o ocorrido. Após receber voz de prisão, o Policial Civil foi conduzido à Delegacia de Flagrantes e, ainda hoje, será recambiado para Ji-Paraná.

 

 

 

De acordo com a Polícia, Clodomir Mendes entrou na Polícia Civil em 1982 e chegou a ser expulso da instituição, retornando em seguida por força de Liminar. Atualmente, encontra-se afastado por licença médica. Ele já foi preso pelo Artigo 157, em Alta Floresta; Art. 157 c/c art. 288, em Porto Velho; Art. 155, em Vilhena e Pimenta Bueno.

 

De acordo com o Delegado Dr. Cristiano Mattos, a emboscada foi armada pelo Policial Civil e durante o “arrocho”, subtraiu a quantia de R$ 300 mil reais em dinheiro, que seria usado para comprar drogas.

 

Como o homicídio aconteceu em Ji-Paraná, todos os trabalhos judiciários serão realizados nesta comarca.

 

 

 

 

 

 

 

Clique no título abaixo e reveja a matéria do homicídio:

 

 

Notícia publicada em 17/03/2014 - 01:19:49 - MISTÉRIO – Ex-presidiário do MT ligado ao PCC é morto durante em emboscada, em Ji-Paraná

Fonte: comando190.com.br/FLS

ATENÇÃO SR(s) INTERNAUTAS

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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